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  • Luciana Ribeiro

comer saudável em fast food na disney? super possível!

Quem me conhece sabe do meu desafio em busca de ser mais leve e saudável, certo? Em julho 2019, minha última vez em Orlando antes da pandemia, eu já havia feito um movimento de viajar mais consciente quanto a alimentação, o que funcionou super bem apesar das escapadas.


Dessa vez, em julho 2022 já com essa experiência, eu decidi fazer boas escolhas todos os dias, primeiro porque eu sabia que seria possível, e segundo porque eu sabia do quanto essas boas escolhas seriam essenciais para a qualidade da minha viagem - uma viagem a trabalho, para a qual eu precisava estar bem, ou não daria conta.


Comecei um preparo 2 semanas antes de embarcar, cortando o açúcar e priorizando comidas que eu mesma preparasse: bicho e planta, basicamente. Quanto menos industrializados, melhor. Fiquei firme, e essa preparação fez uma diferença enorme... mudar um hábito no seu ritmo normal já é difícil, imagina querer mudar numa rotina diferente? Então, se puder e quiser fazer o que eu fiz, comece antes.


Embarquei, e aí passei a praticar o seguinte:

  1. Em qualquer situação, minha bebida era água. De veeeeez em quando um chá gelado, mas num geral, água. Um pack com 24 garrafinhas custava cerca de U$ 6.00 no supermercado, então não tinha desculpa.

  2. Eu não comeria pão, massas com farinha branca ou coisas de confeitaria... esse tipo de coisa, pra mim, é uma porta aberta para a azia, e eu não queria ter que usar antiácidos - até porque, a Polenta comeu todas as minhas pastilhas e eu nem teria o que levar anyways.

  3. Combinei comigo mesma que eu não faria desse controle um problema, minha alimentação seria uma ferramenta a meu favor e não um fardo pesado e sofrido a ser carregado. Tomei meu pineapple float quando eu quis tomar, matei a saudade da butter beer e do sorvete de lavanda, numa boa.

É claro que eu saí da linha em alguns momentos, e é claro que eu senti os efeitos disso no corpo logo em seguida. Ter percebido essas mudanças imediatas no meu sistema foi sensacional: você saber causa e consequência te ajuda a escolher conscientemente nas próximas refeições.


Aqui embaixo, alguns dos meus pratos: 99% deles foram escolhas dentro dos menus de fast food, ou seja, acessíveis em termos financeiros com refeições por menos de U$ 20.00 na média. Vem ver!

Onde: Columbia Harbour House, o restaurante que fica em frente à Haunted Mansion, no Magic Kingdom.


O prato: salmão grelhado, arroz e vagem, e eu pedi um adicional de camarão.


Quase não comi o arroz, mas o vegetal foi mais do que suficiente e a proteína segurou legal até a próxima refeição. Lá também tem frango e peixe frito, mas eu preferi evitar a camada de farinha mergulhada no óleo nesse caso...


O Columbia, inclusive, foi o restaurante onde eu trabalhei como treinadora no meu 2o programa como cast member, então ali rola uma memória afetiva forte, que vai além da comida.

Onde: Hard Rock Café, que estava incluso no pacote mas que custaria uns U$ 25.00 caso eu fosse pagar.


O prato: Legendary Burger, que eu pedi SEM O PÃO pra facilitar a vida. Se quiser pedir lanches sem pão, peça "no bun" please.


As batatas vieram com essa cara de fritas em óleo velho, o que não fez diferença já que eu não as comeria anyways. Como era um menu de grupo, limitado, eu não pude trocar o acompanhamento. Poderia ter pedido uma salada caesar com frango? Podia. Mas eu estava com fome de burger mesmo, e a solução foi não comer o pão.

Onde: Sunshine Seasons, aquele restaurante em frente ao Soarin'Around the World, dentro do pavilhão The Land, no Epcot.


O prato: salmão assado com purê de batatas e ratatouille, e um extra de vegetais com molho de tahine - não curti o molho mas os vegetais comi normalmente com o prato, que custou U$ 18.94 no total.


Sim, eu comi bastante salmão nessa temporada, adoro peixe e fazia tempo que não comia no Brasil... então, tirei o atraso! No caso do Epcot, escolhi almoçar direitinho porque eu já sabia que em algum país do World Showcase eu iria sair da dieta... e ao invés do tradicional Crème brûlée da França, escolhi a também tradicional pizza Margherita da Itália.

DICA: divida com seus amigos. Estávamos em 4 pessoas e pedimos a pizza grande, que serviu 3 pedaços por pessoa e deu, com taxas, U$ 13.00 pra cada um.


Pra você ver que comer bem, no restaurante gostosinho table service, não é nenhum absurdo. Incluindo meu drink de soda com morango e gorjetas, paguei cerca de U$ 22.00... que para um restaurante a la carte na Disney tá excelente, concorda?


Num geral, minhas refeições foram bem focadas em proteína com vegetais, e quando eu queria muito um doce, preferia sorvetes e sobremesas mais líquidas, cremosas, sem massas com farinha ou muito cheias de coisa em cima, sabe? Resisti bravamente aos pacotes de Oreo das meninas no quarto, ao menos até o último dia, quando provei umas 3 unidades... e tava ótimo.


Na mochila, sempre levava nuts, frutas e queijo. E de manhã, uma porção de cerejas frescas que super me ajudaram a regular o intestino. O mais surpreendente foi que, em momento nenhum, eu senti fome desesperada ou aquelas vontades loucas de comer doce... me senti em equilíbrio, e essa com certeza foi a maior recompensa: aprender a ter controle sobre o meu sistema.

Na balança: menos 2kg. E é isso, valeu a pena. Que venham as próximas viagens, porque estarei ainda melhor e mais preparada.

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